Sunday, November 01, 2009

após quase 3 anos nessa cidade, fomos ao mon, museu oscar niemeyer, vulgo museu do olho. imagino que vocês já saibam, contudo, caso alguém não saiba, o apelido deve-se ao fato de o museu ter o formato de um olho humano; não todo o museu, mas esse grande anexo, inaugurado em 2002, que constitui num grande salão de exposições. vimos muitas obras de vários artistas, fizemos muito carão de conteúdo analisando as obras.


ao lado é uma pintura do burle marx, que é mais conhecido como paisagista. lá no museu estava rolando uma exposição de suas telas. a que mais gostei foi de uma pintada em azulejo. tô com a foto no celular. preciso de uma câmera digital.
vejo tanta coisa bonita por aqui, e não registro. logo eu, que gosto tanto de fotografias!
hoje o dia foi bonito. ainda está sendo. sinto uma paz. e paz é coisa boa. coisa boa não passava pela minha cabeça ultimamente. estou contente porque as coisas são simples. porque minha cabeça tem funcionado de maneira simples. não gosto do que é complicado. parei com essa mania.
porque faz sol tudo fica diferente. eu acordo com vontade de acordar. de despertar para um novo dia. sinto alegria por existir. tudo porque faz sol. animo. penso coisas boas. faço coisas que me tornam alguém mais feliz. alguém melhor. meu humor melhora porque faz sol. e dái eu me lembro de que sou do brasil e ouço novos baianos. a casa fica alegre, iluminada e eu tenho vontade de sair dela.
90% do tempo sinto como se morasse em país de cor cinza, como a eslováquia. hoje não. faz sol.
andamos muito pela cidade, fomos ao museu. tomamos café colonial no fim da tarde. e agora, aqui, nessa casinha que é nossa, sou feliz. aproveito o instante porque fico triste e contente diversas veses ao longo do dia. me entristeci com cenas. me alegrei com outras. mas é tudo calmo. alegria calma. tristezinha calma. a calma é o que mais prezo. a calma e o calor do sol.