Tuesday, December 30, 2008

lonely mornings


nenhum menino dorme tanto nesse mundo quanto o meu. quando adolescente eu tinha em mim maior vontade de dormir. muitas vezes eu acordava às 11, mas postergava o despertar permanecendo na cama, daquele jeito, meio dormindo, meio acordada, até às 3 da tarde. hoje eu gosto de levantar cedo. gosto da manhã em demasia por ser ela o começo do dia. gosto de me levantar e fazer café. gosto da maneira como eu penso pela manhã. eu já disse isso, estou me repetindo. é que existe gente que tem insights brilhantes quando está cagando, eu tenho desses logo que abro os olhos. é sempre assim, descansada eu acho soluções.
são quase 2 da tarde e ele ainda dorme. ele é meio adolescente ainda, e é também por isso que gosto tanto dele.
"(...) às vezes me dá enjôo de gente. depois passa e fico de novo curiosa e atenta. e só. "
da clarice lispector.

Thursday, December 25, 2008

jo no quiero perder la ternura

feliz natal é, pra mim, uma frase totalmente desprovida de sentido. o que é que feliz natal significa? eu pensava que jesus cristo tivesse nascido em 25 de dezembro, mas, após alguns cliques movidos pela curiosidade, descobri que jesus nem nasceu em 25 de dezembro. seguinte:
entre 17 e 22 de dezembro, o solstício de inverno era celebrado na roma antiga. e era comum essa reunião de gente e troca de presentes para celebrar o nascimento do "deus sol invencível" (natalis invistis solis) e a saturnália, celebração em honra ao deus saturno . não havia até aí relação alguma com cristo, até a igreja católica intervir. a priori, pensavam...
( está tocando roam, do b-52's, e eu AMO essa música!)
em extinguir essas festividades pagãs, mas depois pensaram em celebrar o nascimento de jesus - uma convenção - em 25 de dezembro, já que coincidia com as datas das festas pagãs romanas. assim, a igreja poderia angariar fiéis, tranformar pagãos em cristãos. ou seja, o natal é uma cristianização de uma festa pagã.
houve um tempo em que o natal era proibido na inglaterra e em colônias americanas por tratar-se de uma festividade com raízes pagãs. quem, por um acaso, não fosse trabalhar seria multado.
enfim, a comemoração feita aqui ontem foi bem legal. na verdade, como bem observou a nati, tudo não passou de uma janta mais apurada. e que janta! passamos o dia todo a picar, misturar, assar, gratinar e mais outros verbos da culinária que nem sei usar. foi um dia ótimo. à noite comemos e ouvimos músicas alegres. não queria nada de melancólico, uma vez que de melancólico já bastava meu coração. por que é que essa data me traz melancolia? porque é uma data família. lá em marília estavam todos reunidos, e sabe o que rolou lá? nada. entendo que minha família pareceu coerente com as raízes históricas do natal, mas acontece que o natal virou isso aí. reunião e comilança em família. e ninguém comeu nada gostoso. minha mãe, ao telefone, me disse, "ah, nós vamos ver a novela e depois dormir". eu prefeirira que eles tivessem comido peru vendo a novela, pelo menos. ou que eles tivessem assistido à novela e depois conversado, ou jogado baralho. cada um sabe de si, mas é um pouco deprê ter uma família que não deposita alegria em nada do que realiza. pra minha mãe sempre foi assim, "pra quê". uma vez eu tava indo chupar sorvete com o rangel, meu ex-namorado, e minha mãe me deu a maior bronca, "ah, tem sorvete em casa! pra que sair?" eu deveria ter respondido que eu queria chupar sorvete na rua porque na sorveteria é mais gostoso, porque ir à sorveteria já era um programinha, porque também dá pra ficar beijando de língua loucamente sem que minha família presencie isso, e porque andar pela rua faz bem pra cabeça. eu não respondi nada e fui assim mesmo. e esse episódio é a cara da minha mãe. e pro meu pai é assim, se minha mãe está disposta ele participa, se ela não se anima ele fica de boa fazendo palavras-cruzadas.
ontem o liro me prometeu que nossos natais sempre terão comidas gostosas e que, quando tivermos filhos, tudo será bonitinho, com fantasia. eu realmente não sei quem eu sou e o que eu quero. não sei se quero que meus filhos acreditem em papai noel quando muito novinhos. não sei se quero perpetuar essa história cretina da igreja católica, mas eu também não quero perder a ternura. vocês me entendem? não quero perder também essa desculpa esfarrapada de jesuis e deixar de fazer festa em casa. não quero perder a ternura.

Wednesday, December 24, 2008

o tempo passou na janela...


eu tenho minhas bobagens, como todo munto tem das suas. uma das minhas é pensar que ano ímpar é melhor que ano par. vou esmiuçar minha trajetória, que é pra ver se minha crendice faz sentido. retrospectiva:

1993 - 1997: anos felizes de adolescência. sim, eu fui uma adolescente feliz.

1998 - entrei na faculdade. mudei pra assis. minha adaptação à cidade, ao curso de letras, à república aconteceu lentamente, e enquanto isso fui sofrendo. ano mais ou menos.

1999 - comecei a trabalhar! a sensação de ser útil, de ter meu próprio dinheiro e não dar gastos pros meus pais me fez muito bem. além disso, fiz amizades incríveis no trabalho, e na república eu já me sentia mais à vontade. a vida estava calma, divertida. nesse ano, enquanto lavava a louça, me toquei de que era ótimo não morar mais com a família, e não me ver mais envolvida em confusão. ano bom!

2000 - a única coisa boa a respeito desse ano de que me recordo é a viagem ao rio de janeiro. o resto são lembranças tortas: o começo da relação doentia com búfalo, a morte do meu avô, e brigas feias entre amigos. ano ruim.

2001 - taí: um ano ímpar ruim. só me lembro da pressa de me formar, e das brigas homéricas com búfalo.

2002 - meu deus: outro ano péssimo. o ano em que morei naquele mausoléu da gourmet. um ano intenso demais. só me lembro de solidão e moto-táxi do mal.

2003 - o ano em que fui morar sozinha. a vó anita teve um derrame no dia do meu aniversário. e cada segundo da minha vida foi difícil. eu larguei o jornalismo pra fazer terapia. troca esperta. a faculdade era uma bosta e a terapia veio a calhar. mas como dói...

2004 - eu terminei com o búfalo. eu conheci o liro. eu fui embora de assis. eu passei em concuro público. voltei pra cidade - e pra casa - dos meus pais. não foi nada bom, no entanto, terminei o ano na praia com amigos.

2005 - esse foi o ano em que minha vó anita morreu. o ano em que meu pai adoeceu. o ano em que saí da casa dos pais e fui morar com o liro. de novo em assis. muitos remédios: pra ansiedade, pra depressão. ano ruim.

2006 - com muitas dívidas no banco, fiquei sem grana pra comer. é, é verdade. fomos eu e ele morar na casa dos meus pais por 6 meses. e os seis meses foram péssimos, pareceram um ano inteiro. lição: nunca deixe um emprego antes de ter outro.

2007 - vida nova. curitiba. eu e liro novamente na nossa casa. quitei dívidas. meu pai melhorou. eu vi um show da bjork. a vida recomeçou feliz. eu estranhei a maré de sorte e tive medo de acordar sem grana, sem amor e em assis, ou pior, na casa dos meus pais. só que a realidade era boa mesmo.

2008 - a realidade se fez boa também. e: parei de fumar.


resultado: acabei de crer que minha crendice a cerca de anos ímpares ou pares é uma baboseira que minha cabeça inventou. o fato de os anos serem bons ou ruins tem relação direta com alguns fatores, tais como:


  • a pessoa com quem você convive, se esta for um búfalo, você será infeliz, e o ano todinho uma merda;

  • grana no banco. se você tem, legal. se não, fudeu;

  • expectativa no controle: não espere nem de mais nem de menos.


Monday, December 22, 2008

da dificuldade parte II

andar por aí de salto alto. talvez aos 28 eu já devesse ter aprendido a desfilar saltitante de sapato nas alturas. não eu.

da dificuldade

depois que li que é bom evitar por as mãos no rosto, para evitar contato com bactérias mil, fiquei noiada. é que é muito difícil ficar sem por as mãos no rosto, especialmente quando se está no computador. tentem. é difícil.

Sunday, December 21, 2008

memória

eu me lembro bem desse dia. um fim de tarde no costela, tomando vodka. minhas amigas poderiam morar ali na esquina. no apartamento ao lado. ou no de cima.

Saturday, December 20, 2008

blurry

enfim: essa primeira semana de férias tem sido ótima. tranqüila como eu gosto que as coisas sejam. ontem fiquei organizando a nova prateleira de livros e cds, arrumando a desordem do resto do lar, e ouvindo música.
minhas irmãs já estão lá na casa dos meus pais, e sim: eu gostaria de estar lá com todos eles. acontece, porém, que eu também quero estar aqui onde estou. acho que esse fim de ano aqui em casa me fará descansar realmente. nós costumamos fazer assim: natal na mãe dele e reveillon na minha. ou vice-versa. e lá na mãe dele sempre foi complicado. talvez esse ano as coisas fossem muito melhores, uma vez que minha sogra agora me quer bem. mas, até o ano passado, era super chato. eu me sentia como se estivesse atrapalhando as fêmeas difíceis da casa, que não me cumprimentavam dependendo do humor. quando eu estou em férias na casa da minha família é muito bom, mas é diferente. eu me torno a babysitter e fico só rodeando os pequenos. minhas férias giram em torno deles. e, como todos bem sabem, crianças têm energia de sobra, e eu acabo me cansando facilmente. somado a isso, sempre existe a possibilidade de brigas em família, o que me deixa puta.
hoje amanheceu um sábado bonito de sol, sábado com cara de férias. a casa tá silenciosa. o liro dorme e eu fico por aqui. descansando, mas com a cabeça o tempo todo na minha família. sinto falta deles. mas é bom estar longe. ao menos nessas férias.
uma observação: o liro sempre borra minha face nas fotos.

Thursday, December 18, 2008

3 meses

sem cigarrinho.

há 16 anos...


ao terminar de publicar a postagem dou-me conta de que hoje é dia 18 de dezembro. nesse dia, há 16 anos, eu dei meu primeiro beijo. lembro-me bem desse dia porque coisas estranhas aconteceram. lá vai: minha mãe bateu o carro num trem. como vocês bem sabem, minha mãe não está morta; o acidente fez do carro uma sanfoninha micra, mas minha mãe e sua amiga ivone, que estava no banco do passageiro, não se arranharam. por conta disso, não fomos à praia nesse ano. nesse mesmo dia teve uma brincadeira dançante. lembram-se disso? brincadeira dançante. e eu fui a uma com a filha da ivone. era na casa de um menino lindo chamado demian. pois, nessa festa, um cabeludinho feio, de nome joão, quis ficar comigo. eu pensei, "ai, vamo aí, já tenho 12 anos, preciso beijar, que seja hoje!". dançamos patience do guns n' roses e beijamos aquele beijo estranho. e o menino quis me namorar. fui na onda pelo mesmo motivo que beijei, mas depois de 2 encontros eu terminei com ele. e depois de uma semana fiquei com o demian, na festa de aniversário do joão. promiscuidades infanto-juvenis. o demian continua lindo, e tem um casinho com uma amiga da minha irmã mais nova. e o joão? ele é baterista de uma banda - que talvez nem mais exista - que toca aquela música: "que me pirou o cabeçãooooo!". sabem? pois é. ele é um erro. mas sem zueiras, please. eu sei de podres de vocês todas também! hahahahahaha!eu disse: TODAS!

bazar

sexta, sábado e domingo haverá mais uma edição do bazar lúdica, que é um "evento" muito legal. vários artistas expoem suas peças lá, desde roupas até poltronas style, e tudo por um precinho de bazar mesmo. ano passado eu comprei coisinhas muito legais lá pra dar de amigo secreto. camisetas lindas por vintão. pretendo muito dar uma passada lá nesse fim de semana pra torrar mais um poquinho minhas férias e décimo terceiro.
eu queria, juro que queria, ir à academia agora, mas tem chovido o tempo todo, e eu não quero tomar outra chuva. ontem, após me encharcar na rua, ao chegar em casa, corri pro chuveiro para esquentar meu corpo, só que... só que... a resistência do chuveiro queimou! e daí eu fiquei chorando como um pinto molhado pelado. não é apenas a vergonha alheia que me invade não! a vergonha de mim mesma também é uma sensação bem freqüente ( amo o trema...). eu choro por tudo e qualquer coisa, tal como a madeleine wallace. lembra da mulher fadada às lágrimas, síndica do prédio da amélie poulain? madeleine porque diz-se chorar como uma madalena. e wallace vem de wallace fountain. a fonte. é água pra todo lado.

eu li numa revista algo que define muito bem pra mim o que seria isso aqui dentro nessa época de festas de fim de ano: uma coisa entre a alegria consumista e a ansiedade melancólica.

Monday, December 15, 2008

eu vou dar aulas de português também no ano que vem.

challenge day



passamos boa parte do fim de semana dentro de shoppings. a sensação que dá é que shoppings, nessa época de natal, são universos povoados por vendedores oriundos do mesmo planeta da carolzinha; uma gente que fala, fala, fala, fala! não pára, não pára, não pára, não pára, não! o ritmo do meu coração até acelera. enfim, comprei uma bolsa tal qual essa aí ao lado. curtiram? eu achei bonitíssima.
e hoje cedo correu tudo bem. há muito havia aquela expectativa chata que me invade sempre que há um DESAFIO pela frente. honestamente, eu detesto desafios. eu os encaro porque da vida aprendi que é assim que tem que ser. eu, porém, se pudesse escolher, me acomodaria mesmo! eu não posso contar isso às chefes, evidente! outra coisa que da vida aprendi é que algumas das coisas mais assustadoras nem são tão feias quanto parecem. eu gasto uma energia tremenda tentando prever os riscos todos, a modo de precaver-me deles, e enquanto isso sofro e meu estômago dói. só que, lá na frente, as coisas que você prevera não acontecem. e, magicamente, as expectativas se confirmam. a vida vai dando certo. nem tudo. humm, além de acomodada confesso um certo misticismo de minha parte: acredito que algumas coisas dão errado para que coisas ainda melhores dêem certo. tái meu lado BG aflorado!
e para fechar, preciso acostumar-me às novas regras gramaticais. vários acentos empregados aqui caíram. melhor dizendo, cairão num futuro próximo. e agora quem já aprendeu tudo certinho que se lasque.

Friday, December 12, 2008

notas

http://www.myspace.com/beruit



  • há bem pouco tempo, pensava eu ser alguém fácil de lidar, assim... uma menina legal, vai. é que quando se conhece alguém bem pouco, os defeitos são facilmente manipuláveis, e nós podemos ocultar nossa loucura, nossos vícios ilegais, nosso toc (caso o tenhamos), nossa unha encravada, nosso passado trash. pois bem, chego eu à conclusão - antes era só suspeita, agora é constatação - de que não sou vista como alguém muito legal, não. em certos momentos isso me afeta, não posso negar. mas agora, com as férias se aproximando, eu quero mais é que se foda. :) é isso aí, co-workers: fuck off!


  • elephant gun é a canção que cantarolo dia e noite. é de uma banda que se chama beirut. e eu, ao ouví-la pela primeira vez assistindo à capitu, pensei ser canção dele, do maior, do andrew bird. mas não era, não. as sonoridades são próximas demais. como travis e coldplay. como muse e radiohead. como a elis e a filha maria rita.


If I was young,



I'd flee this town



I'd bury my dreams underground



As did I, we drink to die, we drink tonight




  • e eu quero agradecer à júlia, conterrânea do liro, que é uma garota muy graciosa e que me presenteou com uma assinatura da revista tpm, que eu tanto prezo. a julia trabalha na trip, e poderia presentear algumas pessoas com assinatura, e se lembrou de mim. eu fiquei tão feliz com isso! julia, muito obrigada, do fundo do peito!

Thursday, December 04, 2008

wind of change

eu conto aqui uma coisinha ou outra que é para não me desvincular do hábito que tanto me faz bem. escrever aqui tornou-se uma das 2 diversões da minha vida. as fontes de diversão não abundam. culpo a fase pela qual passamos. não cabem reclamações, especialmente quando me vejo recém-saída de um abismo. a curitiba pouco divertida tornou-se um paraíso. é na curitiba fria que eu e ele encontramos nossos empregos, nosso apartamento amplo e bem localizado a um preço nem alto nem baixo, mas digamos... justo. no próximo janeiro faz 2 anos que me mudei para curitiba e posso dizer que nem em meus mais audaciosos planos as coisas dariam tão certo. sim, como você pode concluir, eu não sou muito ambiciosa. e embora eu saiba que essa palavra não possua uma conotação exatamente negativa, admito que essa é uma característica que me falta. isso sou eu, a danielle. mas eu sei sonhar bonito. e já vejo perspectivas boas, posto que outrora eu me via num uno vermelho 88 com 2 crianças no banco de trás. o pai delas? é fato que não estaria a meu lado. e que homem me suportaria? e que homem não enjoaria de mim? esse homem é o meu liro. eu não me vejo mais assim unbewithable. eu me vejo sempre feliz. eu vejo que mudei.
eu já fui mais idiossincrática, caras amigas.

ontem, eu e meu amor que anda por aí, montamos nosso pinheirinho de natal. e eu, que nunca fiz questão de celebrar as coisas, me peguei sendo feliz por ter uma casa decorada com motivos natalinos. logo eu, que não participei da viagem à ubatuba organizada pelos meus colegas de classe da oitava série! logo eu, que não tive festa de quinze anos! eu, que não participei da festa de formatura da faculdade! eu, que não casei! eu, que nunca festejo!


pois em 2008 terá natal. e isso me soa muito bem.


até o comunista do meu pai, que montava samambaias de natal por julgar essa mais apropriada que o pinheirinho, já se rendeu à vegetação imperialista. e não é de hoje. as coisas mudam bastante. e o que importa é manter a amargura longe, pelo bem do coração. pelo bem da nossa pele. tanto é que as coisas mudam que hoje comprei um batom vermelhão intenso. sabe como? tipo aqueles que estão super em alta? pois eu passarei meu natal com a boca vermelha e s-e-n-s-u-a-l! e logo eu, que nunca tive maquiagem!
eu sou uma mulher comum.

tipo o wander


hoje é dia de feirinha, mas eu já confesso estar enjoada de bolinho de bacalhau. de qualquer forma, é quinta. quinta antecede sexta. e na sexta minha amiga chega para me salvar. ah, vida! desculpe-me por não valorizá-la o tempo todo! mas se eu assim o fizesse não seria eu! há que se preservar as origens!
enfim, vou tratar de me comportar e ser uma jovem feliz. deve ter sido para isso que nasci. a finalidade de ser feliz me angustia porque não consigo ser alegre o tempo inteiro. eu e wander wildner. você também?

Wednesday, December 03, 2008

flagras do casamento

essa parece tirada por paparazzi