
Semana passada foi semana de dramalhão, de notícias bombásticas, brigas no trabalho. Suspense.
Ai, como sofri.
Eu espero menos da vida agora porque acho que é a melhor maneira de ser feliz. Quero deixar de sonhar com coisas incertas e me adaptar. Quero EU tratar dos assuntos que me importam sem esperar que alguém o faça. Por maior que seja a boa vontade. Por maior que seja o empenho. Ou por menor que seja também, que ninguém tem a obrigação de lutar por mim. Só eu.
O trecho àcima é pra lá de óbvio. Mas para os ingênuos as certezas dos espertos não soam tão elementares assim. E nesse embalo de descobertas busquei na máquina do tempo o momento exato em que tudo começou a querer dar tão errado. E nada encontrei. Impossível precisar. Impossível porque todas as minhas atitudes e decisões me direcionaram a tomar o rumo para que eu chegasse aqui. Eu escolhi. Eu escolhi, sem muita interferência alheia, todas as coisas que estão em minha vida hoje.
Não serei piegas e agradecerei, pois eu acho que muita coisa em minha vida está errada. E não fui injustiçada. Essa vida é o resultado de planos. Meus.
No meio dessa bagunça o amor também aconteceu. Então há que se comemorar...
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