
eu costumo me angustiar, e, muitas vezes, eu nem sei a origem do mal-estar. depois de um tempinho eu me dou conta de que isso acontece sempre que eu estou lá na escola trabalhando. normalmente não são meus alunos que me causam sentimentos ruins. vez ou outra sou premiada com algum aluno mala, mas isso não é algo comum - que fique claro. agora, olha só: algumas das pessoas com quem eu trabalho me angustiam pra diabo. e olha que elas nem precisam me dizer nada de desagradável para que eu desgoste do nosso papo. eu desgosto das caras, das vozes, desse sotaque feio. ai, esse sotaque me mata!
a vida, porém, é boa. há a minha casa pra voltar. há meu amor lá dentro. há minhas revistas tpm - brigadão de novo, júlia! - , os ingredientes pro cappuccino gelado, amendocrem, um pc véio, fotografias, tv a cabo. tem também os alunos particulares. ter alunos particulares implica não ter colegas de trabalho e, ainda por cima, eles pagam um valor mais alto pela hora/aula. não vou reclamar, não, vá!
ah, mas tem um pobrema. e ter pobrema é pior que ter problema. eu peguei uma gripona. tô até que bem. acredito muita na força do vick - primeiros sintomas. gente, esse remédio é poderoso, eu recomendo. se você tá com aquela-gripe-ainda-no-comecinho, ele impede que ela venha e te derrube. e, no caso de seu cônjuge estar com gripe, use também, pois assim você não pega. bom, recado dado, eu vou nessa. tchau-tchau.
1 comment:
Sabe, o que mais me desanimava em ir dar aulas era ver aquelas professoras com cara de professoras, com roupas e discursos de professoras. Os alunos eram um porre, mas dava pra levar. Mas eu até sinto falta das minhas aulias, sabe? Eu era obrigada a pensar o tempo todo. Agora me restaram os computadores e eles são lógicos e pensam pela gente.
Saudade, minha querida!
beijão
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