Ele acorda. Passo o café, engulo-o sem vontade, e invento de lavar louça. Com isso me distraio, e penso no quanto evoluí na arte da culinária. Já posso cozinhar pros meus filhos que não nasceram. Olho pra ele, sentado, quietinho. Nem muito triste, nem muito feliz. Precoupado com o rumo das coisas, assim como eu. É o menino que eu amo.
E o dia seguiu tranqüilo sem que eu me desse conta.
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Sei que se der certo de nós dois irmos pra lá será dureza a priori, mas lá no fundinho também sei que daremos conta. E que seremos mais felizes. Só de sair por aí tentando a vida ao lado dele vale. Acho bonito isso. Romântico. E eu sou bem romântica.
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