
então, né? lá fui eu cumprir uma espécie de obrigação social. fui comer uma pizzinha com meus alunos. todos levaram maridos, mulheres, namorado e eu fui sozinha mesmo, já que meu cônjuge trabalha na night. bom, na hora de ir embora, quando nos despedíamos, descobri que a mulher de um dos alunos era de uma longínqua cidade do interior paulista: assis. assis! não sei o que ocorre comigo, mas, desde que vim pra cá, ao conhecer alguém de marília ou assis, fico meio boba, mongolóide, feliz. mas a moça em questão não só é de assis, como também é filha daquela véia com aparência de bruxa, proprietária daquela lojinha art brasil. fiquei toda eufórica, achando aquilo super legal... e é legal, mas nem tanto. tenho consciência disso. só que agora é assim, se a pessoa é de assis, marília, cândido mota, pompéia, oriente, vera cruz, echaporã eu já me sinto mais íntima. se eu vejo uma placa de carro desses lugares, sorrio com o cantinho da boca e suspiro umas saudades.
4 comments:
vixi!, eu me lembro muito bem daquela véia! ela foi comigo numa excursão pra Brotas! nunca vou me esquecer que a véinha me ultrapassava em todas as trilhas que fazíamos! ela vinha lá de longe, subindo! subindo!, se aproximando, rápido, rápido, cada vez mais perto!, e quando eu via, me deixava pra trás! me sentia um trapo velho; e só pensava: preciso voltar pra academia.
mas, sabe, que tbém fico meio boba qdo encontro alguém de lá? logo já quero trocar figurinhas...
ah, sertão...
love.
ah, o livro da Lygia tbém tem umas estória bem sinistras, né?...
Ahahaha!!! Aquela véia chata!!! Eu sempre ia lá comprar sandália de couro fedorento de bode mas o cheiro de incenso da loja era pior ainda, cruzes!!!
Beijim
Pipa
Comprei um cereal que trazia a foto de Edimburgo e fiquei feliz. Encontro Assissenses indesejaveis inespearadamente em uma praca algures e me sinto a pessoa mais feliz...
eu quero ir morar no rio de são sebastião, fia. aconteceu que me apaixonei por ele!!!
como tá o feriado? durmi inté agora...
bisou.
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