é sempre assim. eu sofro por ter que me afastar do liro; e as rodoviárias todas já foram cenário de minhas crises de choro, de agonia que espreme o peito. acontece, porém, que sempre que estou assim, de visita, na casa dos meus pais, me sinto bem. é como se fosse minha casa de novo e volto a ter 16 anos. tudo mudou, é claro. até a casa mudou. o endereço é outro. a casa é mais bonita. os papos, minha postura diante de algumas coisas mudaram. constato que - é fato - estou melhor. sou uma menina melhor que antes. agora que já estou me acostumando preciso voltar. domingo é o dia.
comprei mais um livro do monteiro lobato, que é um cara realmente incrível. ele disse que escrever tem que ser tão espontâneo quanto mijar. e eu acho que mijo aqui bem gostoso. comprei também uns gibis de super-herói pro liro.
domingo estou voltando pra gélida curitiba. pros braços do meu marido. daí logo é aniversário dele. a vida continua, a saudade vai continuar. quando não é de uns é de outro. quando não é do outro, é de uns. eu sinto tanto!
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na minha cidade natal, julho é tipo verão. eu gosto. e então me lembro da paranoia geral do aquecimento global. lá no MEU PÃRANÃ(com til), num tem disso não!
1 comment:
Fiquei noiada pra caramba com o papo fúnebre... tenho as mesmas encanações... cê bem sabe.
Tô com saudade e queria muito, mas muito mesmo ter te visto. Ainda bem que voltou a escrever...
beijos... te amo gata
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