Sunday, March 30, 2008

that 70's show


quero comprar as temporadas de that 70's show. morro de saudades da minha TV a cabo, mas há muito decidi reduzir gastos desnecessários para estabilizar as finanças. mas que é difícil viver sem as futilidades, isso é... as futilidades selecionadas por mim são meu combustível!

Saturday, March 29, 2008

sábado doce



e finalmente ficamos aconchegados no sofá na sala. aquela preguiça da vida que parece não ter cura! depois, num táxi, ele se foi. me deixou feliz aqui dentro. amanhã é nosso domingo, é nosso dia de passear e enfeitar a vida tão carente de adornos no cotidiano massacrante. amanhã enfeitarei a vida e meus cabelos com fitas de cetim. comprei mais algumas, de cores variadas. enfeitar-me pro meu bem, como pavões. e quem não faz isso?
ando sonhando, sonhando alto. tão bom ousar sonhar, deixar o velho amigo pessimismo largar do meu pé... quero mestrado, quero nova iorque (andei pesquisando preços e o dolar anda tão camarada!). sonhando mais baixo um pouco, quero tocar violão, quero que meu cabelo cresça ainda mais, quero ter cabelos castanhos e não pretos a la nightwish/evanescence, quero preenceher o livro - vintage/lindo/estaile que eu mesma produzi - com receitas gostosas e não muito gordas. quero enfeitar minha casa com objetos coloridos, quero ser mais corajosa. quero esquecer minhas mágoas. quero perder mais 3 quilos.
por isso sou tão ansiosa, minha vida é ansiar... querer a beleza e a doçura do mundo. a doçura e a beleza da alegria não-histérica, e a doçura e a beleza da tristeza.
sou apaixonada pela minha casa, pelas casas dos vizinhos que moldam o cenário da minha historinha nessa cidade. hoje me sinto doce. burra, apaixonada, e tão doce! feliz...

Friday, March 28, 2008

eu não disse


se eu ficasse mais perto lhe ajudaria? se eu fosse até aí, seria recebida como uma boa notícia? você olharia pra mim sorrindo? se assim fosse, eu iria. mas como eu poderei saber? há uma certa preguiça que me pede baixinho que eu fique em casa, pinte as unhas, veja o úlitmo capítulo da minissérie no escurinho da sala. e há, também, uma preocupação forte com você que me pede para colocar uma roupa bonita e ir te ver. essa voz da preocupação me diz que eu lhe faria bem nessa noite, e que eu faria bem a mim mesma saindo um pouco da toca e ficando ao seu lado. há um pedacinho de mim que sente falta das loucuras do início da paixão, mas eu não tenho coragem de deixar essa voz falar alto. deixo, no máximo, que ela me diga coisas ao pé do ouvido. eu agüento as coisas sozinha. não gostaria de magoar você com caprichos de menina burra que sente falta de paixonites. acho que andei lhe magoando nos últimos dias. eu tenho certeza disso. mas também acho que seus problemas reais são tão grandes que você, por sorte, nem deu tamanha proporção às minhas birras e manhas.

hoje enquanto eu decorava a capa do meu livro de receitas, pensei em lhe dizer, "depois da tempestade vem a bonança", mas fiquei com vergonha de parecer antiquada... acho que vou tomar um banho, sair e te ver...

Thursday, March 27, 2008

junior

eu não sabia que mulher que leva o nome da mãe poderia ser junior... achava que junior fosse nome de filho que leva o nome do pai e só. só que lendo uma revista contigo na academia, descobri que a filha da carolina herrera se chama carolina herrera junior! e ainda por cima é nome de gente chique!
eu achei tão cafona...

veja bem...

VIRGEM (23 ago a 22 set) Você é do tipo lógico, trabalhador, analítico, tímido e odeia desordem. Sua atitude detalhista e organizada é enojante para seus amigos e colegas de trabalho. Você é frio, não tem emoções e freqüentemente dorme enquanto está trepando. Virginianos dão bom cobradores de ônibus, costureiras e montadores de quebra-cabeças.
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quanta grosseria para comigo...
eu entrei na pira das realizações para ver se fico em paz comigo mesma. para ver se paro de reclamar da menina que sou, e de enaltecer aquela que eu poderia ter me tornado se isso ou aquilo acontecesse. eu não quero mais ficar me devendo as coisas. quero deitar minha cabeça no travesseiro e pegar no soninho numa relax, numa tranqüila, numa boa, tipo o tim maia. não quero tortura. porque, gente, eu sou boa demais nisso.
e nati: sem você não haveria festa...

projeto


hoje começou meu projeto. meu projeto é: PRECISO FAZER UM PRÉ-PROJETO.
engraçado, não? meu projeto de vida, no momento, é realizar um pré-projeto de mestrado. todas as noites comprometer-me-ei (curtiram a mesóclise?) a estudar. estou pesquisando pela zilionésima vez essa mulher muito louca de nome anne sexton.
ela entrou em minha vida em 2001, e eu nunca encarei estudá-la a fundo. um pouco por medo de sua obra densa demais. um pouco por conta da minha vida densa demais que me impedia de estudar, comer e dormir. um pouco também por preguiça do ambiente acadêmico. quantas razões eu poderia citar! o fato é que eu não quero mais inventar desculpas para mim mesma.
anne sexton, eu vou te encarar. eu prometo a mim mesma. e o lance é que ando numa fase de mulher decicida. eu quero, eu consigo.
então vambora...

Wednesday, March 26, 2008

das contas


a vida sempre me surpreende. não é necessariamente a vida que me propicia encontros fortuitos ou novidades inesperadas, como uma herança de uma tia portuguesa. refiro-me àquelas surpresas feitas pela imobiliária, que sobe o aluguel de repente sem aviso prévio; refiro-me basicamente a pessoas que tiram dinheiro de mim. é tão surpreendente essa vida. num mês você gasta x, no outro você gasta mais 2x. e assim vamos nós! sendo surpreendidos, tendo gastrites nervosas, noites de insônia... e eu ainda pretendo manter a placidez diante disso tudo!
detesto meu cabelo preto metaleira! dá um ar de mina que curte nightwish... que nojo!

a festa



quando dentro do ônibus, sonho planos de reencontro entre amigos. ouço minhas músicas favoritas imaginando o dia em que será possível reunir as pessoas de quem gosto numa festa farta de bebida, comida e risos sinceros. a realidade é que não vejo disposição vinda de parte alguma para que meus sonhos simplórios, e tão grandiosos para mim, aconteçam. falta a mim essa disposição que não encontro nos amigos. não culpo os outros pela distância. talvez a mim. sim, porque eu me acomodo facilmente a essa situação: já fiz os amigos especiais com quem sempre sonhei. eles existem, moram longe, devem estar bem. e devem pensar que estou bem também. vivemos grandes momentos. tivemos brigas que nos machucaram. reconciliamo-nos com abraço sincero. uma coisa doce vampiro: já nos ferimos e já nos curamos a ferida. com alguns nunca mais foi a mesma coisa. mas aquelas lembranças não me lembram só momentos juvenis. essas lembranças não me deixam esquecer, principalmente, de que eu sei conquistar pessoas. algumas delas gostavam das minhas brincadeiras, dos meus conselhos. esses amigos são prova de que eu não sou assim... um bicho do mato. eu também gostava deles, sentia vontade de telefonar, bater papo, almoçar junto, tomar sorvete no domingo à tarde. hoje em dia, das pessoas geograficamente próximas, quem me atrai é o liro. e só. e sei que não há nada de espantoso nisso. eu mudei, possivelmente. mas o momento, sobretudo, mudou. a fase em que o tempo e o ócio propiciavam encontros e o cultivo de relacionamentos oriundos desses encontros passou. o tempo agora é de trabalhar. e no tempo que me resta, ler alguma coisa, navegar na internet e limpar a casa. tenho tentado preencher meu tempo com coisas simples da vida. sonho em definitivamente aprender a tocar violão. esforço-me para ser alguém doce de se conviver. não é muito difícil porque meu cônjuge é o menino mais doce do brasil. retribuir tanta doçura se faz por reflexo. mas eu sinto falta de umas meninas legais que conheci. e penso nelas todos os dias. algumas dessas pessoas nunca me amaram de volta como eu as amei. e não me refiro a quem me lê aqui, pois eu me sinto amada por vocês sim. são pessoas que abracei e quiseram me soltar. e eu também já soltei uma galera por esse meu caminho. dói saber que o desprezo que sentimos por alguns é o mesmo que outros sentem por nós mesmos. com a rejeição eu me desenvolvi. ainda bem. não dava pra ser aquela. essa dá menos trabalho. um pouco menos. porque não dá pra depender de ninguém. só da gente, né?
mas quem sabe um dia a gente se encontra para uma festa? num lugar lindo com rock n' roll?

Monday, March 24, 2008

meus queridos


a maria eduarda e o cauê sempre valem a pena.

da páscoa


estou de volta a minha casa, a minha rotina e ao meu amor. quando há muita expectativa a cerca de algo, é batata: decepciono-me. a viagem de páscoa foi muito boa em muitos aspectos, é verdade. eu brinquei muito com meus sobrinhos, matei saudade de todos, porém houve bafafá. exceto pela bailarina, todos temos problemas na família, eu sei disso. só que dessa vez foi uma palhaçada entre duas das minhas três irmãs. elas brigaram feio logo na sexta e não mais se falaram. minha mãe, que estava tão feliz, chorou bastante. eu achei tudo isso uma grande palhaçada mesmo. e não via a hora de chegar em casa. lamento bastante a briga idiota por causa de um colchão. lamento a frustrada tentativa de reencontro feliz. e cada vez mais prezo a mudez diante de cetos membros da família. não tenho mais a necessidade de ganhar discussões. deixa que pensem ser os fodões. eu cá comigo estou muito tranqüila.

Thursday, March 20, 2008

coração aflito - medos demais


gostaria imensamente de ser capaz de resolver as coisas todas. gostaria de ser determinada e buscar uma vaga no mestrado. sinto que sou responsável por melhorar nossa renda mensal e nos garantir certa estabilidade financeira. eu, porém, odeio pensar nisso. eu associo mestrado a sofrimento. eu não gostaria de pesquisar algo apenas para ter um título. acordei aflita e vim para o computador. tomei meu café da manhã em frente à tela pesquisando mais a respeito de ana cristina césar, buscando informações nos sites de universidades públicas. mas já nem ouso falar sobre isso para as pessoas. desde 2001 que falo em mestrado e em 2008 sinto que não passo credibilidade ao tocar nesse assunto. meu pai nem me dá mais bola.

só que acontece que a minha vida e a do liro é tão frágil! financeiramente falando. e eu preciso voltar a estudar. é tão difícil que nem sei por onde começar.

acho que vou tomar um banho agora, depois prepararei nosso almoço. antes preciso passar na farmácia da esquina para comprar hidratante e uma caixinha de lenços kleenex - a gripe está braba, apesar de eu estar um pouquinho mais disposta hoje. depois tem minhas aulas, e no fim da tarde: estrada pra marília. quero relaxar lá, se possível. na semana que vem, s e eu não tiver medo, voltarei a pensar em mestrado.

Wednesday, March 19, 2008

você troca um ovo por uma polaina? sim!!!


se por um lado fico feliz por passar o feriado de páscoa ao lado de minha família, por outro fico sentida por não poder levar o liro comigo, já que ele terá que trabalhar. também sinto um apertozinho por deixar minha casinha. mas, sem pânico: serão 3 dias e eu sentirei alegria imensa ao chegar lá e também ao retornar a curitiba.

sinto saudades de marília, do cenário da minha infância, das ruas sobre as quais dei rolê de bike, dos bancos das pracinhas e das árvores das pracinhas que testemunharam tantas confidências minhas a ísis, das casas bonitas com que sonhei morar... da casa da são vicente em que morei a vida toda... sinto saudade e adoro marília, apesar dos camarinha. demorei a sacar que gostava de lá. é que antes eu associava marília à vida noturna da cidade. não sei porque só relacionava a capital nacional do alimento aos playbas, mas agora eu só me lembro de marília sob a luz do sol. e me esqueço dos outros habitantes. aquela cidade é o cenário e os habitantes são minha família. e é isso.

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o liro ganhou um kinder ovão de páscoa, e eu nada ganhei. estou firme na dieta dos pontos até hoje, pensa o quê? ao invés de um ovo, ganharei uma polaina.

da gripe e da família

e não é que no domingo à noite senti minha garganta doer? quando isso acontece é porque vem gripe. e ela veio, é claro.
essa semana tem sido muito difícil, pois trabalho e gripe são coisas diametralmente opostas. gripe pede descanso, repouso, chazinho e cama. acho, porém, que todos os chefes do mundo encaram isso como frescura, então, lá vou eu. minha voz sumiu quase que completamente, e ainda tenho aulas amanhã à tarde. ok, eu não reclamo porque depois disso eu vou pra marília de carona com minha irmã. eu estou feliz porque encontrarei minha família. como a marie bem disse usando outras palavras, de perto fica difícil apreciar familiares, mas agora estou bem longe... e sinto muita saudade. estou empolgada especialmente porque minha mãe está melhor da depressão; conversou comigo animada no fim de semana, contando que comprou bacalhau para o almoço de páscoa, essas coisas de mãe. quero e preciso ficar em paz com a minha mãe. necessito de paz entre mim e ela. guerra entre mãe e filha é tão clichê! e eu juro que fujo disso. e não é que houvesse guerra entre nós, não havia mais emoção alguma. não quero ir cheia de expectativa por beijos e abraços calorosos, só quero EU me sentir bem na companhia de todos eles: minhas 3 irmãs, 4 sobrinhos, pai e mãe. e os 3 cunhados, que são ótimos. só preciso melhorar um pouco mais dessa gripe maledeta, senão a lu não vai me deixar pegar a maria eduarda no colo, se bem a conheço... neurótica com medo de vírus. ah, neide, que saudade!

Sunday, March 16, 2008

cabelo, cabeleira, cabeluda, DESCABELADA!


a novidade sobre meus cabelos é que nada mudará. quer saber? vou continuar com o cabelo preto, mas sem franjinha. quando a moda passar eu corto novamente.

já até comprei a tinta preta de sempre. e era o liro quem ía passar, né? pois é, ÍA. ontem ele bebeu um pouquinho e agora está imprestável dormindo na sala. paciência... nem almoçou, e eu que fiz um ranguinho super delicioso...
no mais, estou feliz e calma.

compras

ontem fiz o pedido de 2 camisetas bonitas na algunstormentos, pois todas elas estão em liquidação. essa aí embaixo da PJ Harvey é para mim.


não é mesmo linda?

essa aí com a cara do chico buarque é para o liro. eu não contei a ele, quero que seja surpresa. ele adora ganhar camisetas.
como ele raramente entra em meu blog, não vejo problema em contar para vocês. então tomara que o santinho não entre mesmo por enquanto.



11 anos depois


tem álbum novo do portishead na praça. o lançamento está previsto para abril, mas o álbum já vazou na internet. disseram que o climão portishead está ainda mais soturno. massa!

Saturday, March 15, 2008


hoej bati altos papos com minha mãe e há muito isso não acontecia! tão bom ouvir sua voz alegre... meu dia ficou assim, feliz, após essa conversa. fiquei tão relaxada que dormi no meio da tarde no sofá da sala!

ando hiper ativa, não paro quieta, e dormir me acalmou.

falei com o gordinho, aniversariante do dia. falei com o vini, com a mayra, com a andréa, com a lu, com meu pai e minha mãe. eu sou de todo mundo e todo mundo é meu também. uma filosofia tribalista.

Friday, March 14, 2008

cauê lindo

eu e o gordo
a gabi e ele
eu e ele
amanhã é aniversário de 5 anos do meu amor cauê. meu sobrinho de número 3, que é super meu amigão! lindo, esperto, engraçadérrimo... uma figura! amo o cauê demais!

Thursday, March 13, 2008

biscoitinhos amanteigados adoçaram a quinta-feira


e a choradeira teve seu fim. só a chuva que não.

o liro fez-me o favor de comprar um pacote de bolachinhas amanteigadas de-li-ci-o-sas(!), e, assim sendo, boicotei a dieta. mas é só por hoje. eu prometo. as dietas existem para serem boicotadas, senão que graça que a vida teria?

nesse mês rola o festival de teatro de curitiba. o liro chegou ontem do trampo com a programação, e nem li direito ainda. só sei que terá muitas peças com uns globais renomados, além de diversas peças com atores paranaenses.

o povo paranaense é super bairrista. em uma frase, de cada 10 palavras 7 se referem ao "meu paraná".

eu, depois de vir cá, virei bairrista também, e tenho o maior orgulho de ser paulista. são paulo é o melhor estado desse país, penso comigo ao analisar sotaques e QIs. foi arrogante? tudo bem, pois aqui as pessoas são assim mesmo.

ah! ninguém sabe o que é unesp. podem acreditar. para eles a ufpr é algo como a sorbonne. ou harvard. podem ficar com raiva. eu já fiquei, mas agora deixo que eles pensem ser mais sabidos que eu. talvez eu devesse mostrar mais meu potencial, mas não tenho interesse em competir com as pessoas ou, talvez, esse desdém se dê pelo fato de eu não possuir, ao menos, o tal potencial para competir. mas não sei, não. o povo daqui é tapado demais, o mundo deles restringe-se a um campo cercado de araucárias. e muito leite quente.