
o liro fez-me o favor de comprar um pacote de bolachinhas amanteigadas de-li-ci-o-sas(!), e, assim sendo, boicotei a dieta. mas é só por hoje. eu prometo. as dietas existem para serem boicotadas, senão que graça que a vida teria?
nesse mês rola o festival de teatro de curitiba. o liro chegou ontem do trampo com a programação, e nem li direito ainda. só sei que terá muitas peças com uns globais renomados, além de diversas peças com atores paranaenses.
o povo paranaense é super bairrista. em uma frase, de cada 10 palavras 7 se referem ao "meu paraná".
eu, depois de vir cá, virei bairrista também, e tenho o maior orgulho de ser paulista. são paulo é o melhor estado desse país, penso comigo ao analisar sotaques e QIs. foi arrogante? tudo bem, pois aqui as pessoas são assim mesmo.
ah! ninguém sabe o que é unesp. podem acreditar. para eles a ufpr é algo como a sorbonne. ou harvard. podem ficar com raiva. eu já fiquei, mas agora deixo que eles pensem ser mais sabidos que eu. talvez eu devesse mostrar mais meu potencial, mas não tenho interesse em competir com as pessoas ou, talvez, esse desdém se dê pelo fato de eu não possuir, ao menos, o tal potencial para competir. mas não sei, não. o povo daqui é tapado demais, o mundo deles restringe-se a um campo cercado de araucárias. e muito leite quente.
2 comments:
meu paraná????? fala sério? o povo é diluído no estado???? q patético... Mas os paulistas não são muito diferentes... sempre digo... paulistas estão para o brasil como os norte-americanos para o mundo... acham que Cuiabá é a capital do Mato Grosso do Sul tanto qnt Buenos Aires é a do Brasil para os yankes...
Ah...sobre o cabelinho... a franja está legal, "tá usando" muito agora né? hihihi... pena q escrevendo o tom irônico some kkkkk
meu paraná foi mesmo de doer... mas, pensando cá com meus botões, acho sempre fui bairrista, e isso me deixa um pouco triste, sabia? não gosto.
teus escritos me tocam. já senti tanto aqui desde que comecei a ler. já tive marido, cozinhei no fim de semana, achei bobinha de tudo a colega de trabalho, tomei tempestade de céu cinza (o céu daí é feio mesmo). mas eu sou assim, né? disse pra herr doktor, outro dia, que ao ler, quando a pessoa sabe dizer, não consigo ficar impassível diante das letras; eu vivo as coisas que leio, acho. espero ela não ter entendido isso como um sintoma. mas não, acho que não, herr doktor é bacana e entende de mim.
e como tá escrevendo bem! já sabia disso, mas, às vezes, me espanto.
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